Infusão adocicada com ação digestiva, carminativa e galactagoga, segura para bebês e lactantes.
1 colher de chá de sementes em 200ml de água fervente. Abafar 10 minutos. Amassar levemente as sementes antes.
Meta-análise mostrou eficácia da erva-doce para cólicas infantis, com redução significativa do tempo de choro. O anetol (composto principal) tem ação estrogênica leve que estimula a produção de leite materno.
O anetol tem ação estrogênica leve — evitar em tumores hormônio-dependentes. Doses muito altas podem causar convulsões (raro, apenas com óleo essencial puro). Segura em doses culinárias para a grande maioria.
A erva-doce (Pimpinella anisum) é diferente do funcho (Foeniculum vulgare), embora ambos tenham sabor de anis. No Brasil, 'erva-doce' pode se referir a qualquer um dos dois dependendo da região. Ambos são seguros e têm propriedades digestivas similares. As sementes de erva-doce eram mastigadas pelos romanos após banquetes para ajudar na digestão.
Sim, é um galactagogo tradicional com suporte científico. O anetol estimula a produção de prolactina e tem efeito estrogênico leve. 2-3 xícaras por dia podem auxiliar lactantes com baixa produção de leite. É uma das poucas infusões que pode ser indicada durante a amamentação.
A partir dos 6 meses, com orientação pediátrica, chá fraco de erva-doce (meia colher de chá em 100ml) pode ajudar com cólicas e gases. Antes dos 6 meses, o bebê deve receber apenas leite materno ou fórmula. Nunca adicionar açúcar ou mel ao chá do bebê.
São plantas diferentes com sabor parecido. Erva-doce (Pimpinella anisum) são sementes pequenas e arredondadas. Funcho (Foeniculum vulgare) tem bulbo comestível e sementes alongadas. Ambos contêm anetol e têm propriedades digestivas similares. No Brasil, 'erva-doce' é nome popular para ambos.