
Por 100g · Fonte: TACO — NEPA/UNICAMP, 4ª edição
| Nutriente | Por 100g |
|---|---|
| Calorias | 112 kcal |
| Proteína | 2.6g |
| Carboidrato | 23g |
| Gordura | 0.6g |
| Fibra alimentar | 1.4g |
| Vitamina C | 0mg |
| Ferro | 0.7mg |
| Cálcio | 5mg |
Cuscuz de milho é tradição alimentar do Nordeste brasileiro — base do café da manhã em milhões de lares regionais. Apenas 112 kcal por 100g, com 2.6g de proteína, 23g de carboidrato, 1.4g de fibra. Diferente do cuscuz marroquino (à base de trigo), o brasileiro é feito de flocão de milho cozido no vapor, naturalmente sem glúten. No consultório, valorizo cuscuz como alimento cultural — barato, prático, base de várias refeições. Quando combinado com ovo + queijo coalho + manteiga = café da manhã completo pra trabalhador rural.
Carboidrato disponível é destaque do cuscuz — 23g/100g, energia sustentada em alimento barato. Sem glúten naturalmente. Vitamina B (tiamina, niacina) e ferro modesto presentes. Não é alimento de destaque em micronutrientes individuais, mas é base alimentar regional importante e culturalmente relevante.
'Cuscuz é só pro Nordeste' — limitação cultural. É alimento delicioso e nutritivo pra qualquer região. Outro mito: 'cuscuz engorda muito'. Verdade: 112 kcal/100g, caloria moderada. Engorda quem come com excesso de manteiga e açúcar adicionado. Outro mito: 'cuscuz e cuscuz marroquino são iguais'. FALSO — brasileiro é de milho (sem glúten), marroquino é de trigo (com glúten).

Cuscuz brasileiro (de milho) não. Cuscuz marroquino (de trigo) tem. São produtos diferentes apesar do nome. Pra celíacos, cuscuz brasileiro é seguro.
Por si só, não. Em porção razoável e com recheio proteico, é refeição equilibrada. Engorda com excesso de manteiga, queijos amarelos, açúcar adicionado. Controle adições.
Pode, em variedade com outros carbos (arroz, mandioca, pão integral). Pra Nordeste é tradição — preservar consumo é preservar cultura. Em refeições balanceadas, parte de alimentação saudável.
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