
Por 100g · Fonte: TACO — NEPA/UNICAMP, 4ª edição
| Nutriente | Por 100g |
|---|---|
| Calorias | 0 kcal |
| Proteína | 0g |
| Carboidrato | 0g |
| Gordura | 0g |
| Fibra alimentar | 0g |
| Vitamina C | 0mg |
| Ferro | 0mg |
| Cálcio | 0mg |
O HMB (beta-hidroxi beta-metilbutirato) é um metabólito do aminoácido leucina, disponível como suplemento alimentar em cápsulas e pó. Com uso em doses típicas de 3 g por dia, o HMB é um dos suplementos mais estudados no contexto de manutenção de massa muscular em populações específicas. O HMB não é alimento no sentido convencional (não se come, não se cozinha, não tem sabor relevante), mas ocupa espaço na categoria de suplementos alimentares registrados e regulamentados pela ANVISA no Brasil. No corpo humano, o HMB é produzido naturalmente em pequenas quantidades a partir da leucina (aminoácido presente em proteínas de origem animal e vegetal). A suplementação busca fornecer quantidades superiores à produção natural. No mercado brasileiro, o HMB é encontrado em lojas de suplementos, farmácias e e-commerce, geralmente em cápsulas (forma mais comum) ou pó. É suplemento de nicho: menos popular que whey protein, creatina e BCAA, mas com presença estabelecida no mercado. A dose padrão estudada na literatura é 3 g por dia, dividida em 2-3 tomadas. O HMB é frequentemente discutido no contexto de populações que apresentam risco de perda muscular: idosos, pessoas em restrição calórica severa, pessoas em contextos clínicos específicos e atletas em fases de definição com déficit calórico acentuado. A evidência científica sobre o HMB é heterogênea: estudos mostram resultados variados conforme a população estudada, a dosagem, o desenho experimental e o tempo de uso. As revisões sistemáticas reconhecem que o HMB é suplemento seguro com poucos efeitos adversos documentados, mas os resultados sobre eficácia variam conforme o contexto. O HMB está disponível em duas formas: HMB-Ca (cálcio, a forma mais comum e estudada) e HMB-FA (ácido livre, absorção mais rápida, menos estudado). A maioria dos produtos no mercado brasileiro é HMB-Ca. O suplemento é insípido em pó e as cápsulas são a forma de consumo mais prática. A regulamentação como suplemento alimentar permite venda sem prescrição, embora a orientação de profissional qualificado seja recomendável para definir adequação individual. Armazene em local seco, ao abrigo de luz, conforme indicação do fabricante. A história do HMB na suplementação começou nos anos 1990, quando pesquisadores da Universidade de Iowa identificaram o metabólito e iniciaram estudos sobre seu papel na fisiologia muscular. Desde então, centenas de estudos foram publicados, com resultados que alimentam debate contínuo na comunidade científica. O HMB ocupa posição de suplemento de nicho respeitado: não é panaceia nem placebo, mas produto com base de pesquisa que justifica sua existência no mercado regulamentado de suplementos alimentares. A decisão de suplementar com HMB deve considerar o contexto individual, os objetivos específicos e a orientação de profissional qualificado que avalie a pertinência no caso concreto.

É o beta-hidroxi beta-metilbutirato, metabólito natural do aminoácido leucina. O corpo produz HMB em pequenas quantidades a partir da leucina da alimentação. O suplemento fornece quantidades superiores à produção natural. Está disponível em cápsulas e pó, registrado como suplemento alimentar pela ANVISA.
As revisões sistemáticas da literatura indicam que o HMB é suplemento com perfil de segurança favorável e poucos efeitos adversos documentados nas doses estudadas (até 3 g/dia). Como qualquer suplemento, a orientação de profissional qualificado é recomendável para avaliar adequação individual.
São suplementos diferentes com mecanismos distintos. A creatina atua na ressíntese de ATP para esforço de alta intensidade. O HMB é metabólito da leucina com papel no turnover proteico muscular. Não são intercambiáveis e podem ser usados simultaneamente, conforme orientação profissional.
A literatura científica discute o HMB no contexto de populações com risco de perda muscular: idosos, pessoas em restrição calórica severa e em contextos clínicos específicos. A evidência é heterogênea e os resultados variam conforme a população e o contexto. A avaliação individual com profissional qualificado é o caminho para determinar adequação.
Não: é regulamentado como suplemento alimentar pela ANVISA e vendido sem prescrição em lojas de suplementos, farmácias e e-commerce. Mesmo sem necessidade de receita, a orientação profissional é recomendável para definir se o suplemento é adequado ao contexto individual.
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