Densitometria
InícioGlossário › Densitometria
GLOSSÁRIO NUTRICIONAL

Densitometria

📖 O que é Densitometria?

Exame que utiliza raios X de baixa dosagem para medir a densidade mineral óssea, sendo o padrão-ouro para diagnóstico de osteoporose.

💡 Exemplo prático: A densitometria óssea é recomendada para todas as mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos como rastreamento preventivo.

🧬 Como atua no corpo

A densitometria óssea (DXA) é o exame considerado padrão-ouro para medir densidade mineral óssea e diagnosticar osteopenia/osteoporose. A versão com análise de composição corporal (DXA body composition) também separa massa magra, massa gorda e percentual de gordura por região do corpo, com precisão muito maior que bioimpedância. Funciona com duas energias de raios-X de baixíssima dose (menos que uma radiografia de tórax) que são absorvidas diferentemente por osso, gordura e músculo. No consultório, peço pra mulheres na pós-menopausa, homens acima de 70 anos, atletas que querem acompanhar evolução de massa muscular e em casos de suspeita de sarcopenia.

🥗 Onde encontrar

AlimentoPorçãoQuantidade
DXA de coluna e fêmur1 exameT-score osteoporose
DXA composição corporal1 exame% gordura por região
Cálcio dietético1.000mg/diaManutenção óssea
Vitamina D suficiente≥30 ng/mL no sangueAbsorção do cálcio
Treino de força2-3x/semanaEstímulo osteogênico
Impacto controladoCaminhada, dançaDensidade óssea

📊 Recomendação diária

DXA óssea: mulheres a partir dos 65 anos (ou pós-menopausa precoce), homens acima de 70, ou em qualquer idade com fatores de risco (uso de corticoide, fratura prévia, baixo peso, histórico familiar). DXA de composição corporal: indicação clínica caso a caso — atletas, controle de sarcopenia, obesidade com tratamento, suspeita de obesidade sarcopênica em idosos.

⚠️ Sintomas de deficiência

Não fazer densitometria quando indicado é perder oportunidade de prevenção: a primeira fratura osteoporótica costuma ser também a primeira pista do problema, e fraturas de fêmur em idosos têm mortalidade alta no primeiro ano. Em jovens, deixar de medir composição corporal corretamente leva a metas equivocadas — pessoas magras mas com baixa massa magra podem precisar ganhar peso, não perder. Bioimpedância simples, embora útil, erra muito em pessoas musculosas, edemaciadas ou desidratadas.

✨ Dicas práticas

❓ Perguntas frequentes

Quanto custa e quem cobre?

Pelo SUS é coberta com indicação médica para grupos de risco. Particular custa entre R$200-450 (óssea) ou R$300-700 (corporal). Maioria dos planos cobre com pedido médico justificado.

DXA é melhor que bioimpedância?

Para composição corporal, sim — margem de erro de 1-2% versus 5-15% da bioimpedância. Bioimpedância serve bem pra acompanhar tendências, mas se quer número de referência confiável, DXA é o padrão. Idealmente fazer a cada 6-12 meses.

Posso fazer durante a gravidez?

Não — radiação é baixa mas evita-se em gestantes. Se está tentando engravidar, faça antes ou aguarde após o nascimento. Para acompanhar composição na gestação, usa-se outras métricas (circunferências, dobras com profissional treinado).

🔗 Termos relacionados

Plano personalizado

Quer orientação sobre Densitometria no seu plano alimentar?

Revisado pela Camila · CRN-3 17826 · R$47/mês
Conhecer o Feito para Você →

🔗 Explore mais

📎 Fontes

📎 Referências

📄
TACO — NEPA/UNICAMP (4ª ed.)
Tabela Brasileira de Composição de Alimentos — referência nutricional oficial do Brasil.
📄
Guia Alimentar para a Pop. Brasileira
Ministério da Saúde, 2ª ed., 2014.

👩‍⚕️ Revisado por nutricionista

Camila Gimenez Bizam
Camila Gimenez Bizam Nutricionista · CRN-3 17826
Revisora dos planos alimentares do Nutrição Inteligente
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a orientação de um nutricionista ou médico. As informações são baseadas em fontes oficiais como a Tabela TACO (NEPA/UNICAMP) e o Guia Alimentar do Ministério da Saúde (2014). Consulte um profissional de saúde antes de fazer mudanças significativas na sua alimentação.